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Área Projecto 12ºB - Joana Simões . Mariana Anjos . Sofia Marchão . Sofia Vilar . Solange Contente - Escola Secundária de Bocage
domingo, 5 de junho de 2011
Revista! - Mitos e Realidades
Depois de muito esforço e de muita dedicação aqui fica o nosso produto final, uma revista que resume todo o nosso trabalho deste ano lectivo.
quinta-feira, 26 de maio de 2011
Diário de Bordo - 26/05/2011
Hoje, mais uma vez, continuamos o nosso trabalho rumo ao cumprimento do plano inicial do mesmo, isto é, tanto a revista científica como os relatórios, quer da palestra, quer o final.
Fiquem atentos a novas actualizações!
segunda-feira, 23 de maio de 2011
Diário de Bordo - 23/05/2011
O nosso grupo continua em permanente trabalho, principalmente no resumo das actividades que, ao longo do ano, fomos proporcionando aos membros da comunidade escolar. Nelas incluem-se os grandes e pequenos mitos, o dia de S. Valentim, os dias das ciências, a palestra, entre outros. Todos estes eventos constarão na nossa revista, que irá ser publicada assim que possível.
Por outro lado, estamos também a trabalhar no relatório e apresentação final, visto que não falta muito para terminar este ano lectivo.
Continuem a acompanhar-nos até ao fim!
Por outro lado, estamos também a trabalhar no relatório e apresentação final, visto que não falta muito para terminar este ano lectivo.
Continuem a acompanhar-nos até ao fim!
segunda-feira, 16 de maio de 2011
Diário de Bordo - 16/05/2011
Olá pessoal! É certo que não efectuávamos o nosso diário de bordo há já algum tempo mas, como seguidores astutos, puderam reparar que trabalho não faltou, e que andámos bastante atarefadas durante estes últimos 3 meses! Como tal, e estando a entrar na recta final do nosso projecto, continuamos a trabalhar para a revista final. Temos também actualizado o site e o blogue com regularidade.
Fiquem atentos!
quinta-feira, 12 de maio de 2011
2º Grande Mito - As Ciências e as Humanidades são incompatíveis
VS.
Ciências? Humanidades? Estes conceitos parecem, à partida, antagónicos. No entanto, será que os seus conteúdos não se intersectam?
As línguas, e humanidades no geral, estão à nossa volta: desde o idioma que falamos à publicidade, os discursos políticos, a argumentação do dia-a-dia, o nosso passado histórico, os problemas éticos, entre tantos outros. No entanto, olhamos em nosso redor e vemos que também a ciência nos rodeia. Desde o mecanismo de um automóvel à medicina, a investigação, a arquitectura, ou até mesmo a criação de meios de comunicação pelos quais divulgamos as informações científicas ou humanísticas.
Porque diremos, então, que ciência e letras não se misturam? Não passará essa afirmação de puro preconceito, do qual ainda não nos demos ao trabalho de nos libertar?
É com vontade de alterar esta crença, que o nosso grupo apresenta o Segundo Grande Mito: "As Ciências e Humanidades são incompatíveis".
Para desenvolver a temática do nosso 2º Grande Mito, dividimos a apresentação do mesmo em três etapas principais: uma entrevista às nossas professoras de Português e Biologia, as professoras Carla Canelas e Celeste Calado, respectivamente, e convidámos o Dr. Moita Flores para dar uma palestra na nossa escola.
Entrevista à Professora de Português, Carla Canelas | Entrevista à Professora de Biologia, Celeste Calado |
1. Qual o seu parecer sobre o habitual preconceito abordado no nosso Segundo Grande Mito: “As Ciências e as Humanidades são incompatíveis”? | |
É evidente que não são incompatíveis! Baste que recordemos os nossos “cientistas-escritores”: o médico Joaquim Guilherme Gomes Coelho – o ficcionista Júlio Dinis (1919-1989); o médico otorrinolaringologista Adolfo Correia Rocha – o poeta, ficcionista, dramaturgo, ensaísta e memorialista Miguel Torga (1907-1995); o professor de ciências Físico-Químicas Rómulo Carvalho – o poeta António Gedeão (1906-1997); o médico psiquiatra e escritor António Lobo Antunes; ainda António Damásio e Maria de Sousa, de entre outros cientistas de renome. Ora, no século XV, quando o sábio italiano Giovanni Pico Della Mirandola (1463-1494) considerava que as Humanidades compreendiam o conhecimento e a sabedoria das áreas da literatura e das artes, bem como o espírito filosófico e científico, mostrava que as Humanidades, isto é, a cultura, e as Ciências não são antagónicas. Esta ideia também é veiculada, nos dias de hoje, pelo Professor Vítor Manuel de Aguiar e Silva que, na sua obra As Humanidades, os Estudos Culturais, o Ensino da Literatura e a Política da Língua Portuguesa (Almedina, 2010), considera as Humanidades como «saberes sistematizados que ensinam (ensinem) o homem a falar, a discorrer, a interpretar, a argumentar, a ponderar os valores, a tomar decisões na esfera política, a representar poética e simbolicamente as suas acções, as suas virtudes, as suas misérias e os seus sonhos.» | Um cientista tem que possuir inúmeras competências, objectividade, capacidade de síntese, sentido crítico e observador, persistência, entre as quais uma boa capacidade de comunicação. Um dos papéis do cientista é comunicar os seus estudos, pesquisas e investigações a outras pessoas, quer através de palestras, conferências ou artigos científicos. |
2. Na sua opinião, porque é que a tendência é, cada vez mais, em distinguir e separar o mais possível estas duas áreas? | |
Esta realidade é consequência do “materialismo” que caracteriza a sociedade contemporânea, dado que as “letras” não são criadoras de grandes perspectivas em relação a uma futuro risonho e promissor; esta área não se compatibiliza com o cariz tecnocrático e economicista do mundo onde nos inserimos. A tutela que nos orienta, que nos governa, também não está isenta de culpa, quando valoriza as disciplinas científicas, e até as de “cariz prático”, em detrimento das humanísticas!. A este propósito, não posso deixar de citar Arnaldo Lopes Marques: «Dir-se-á que os ocupantes do poder, os decisores, eles próprios, já serão típicos produtos culturais em que o “outrem” se encontra irremediavelmente rasurado e nos quais haverá diminutos vestígios de consciência do que desconhecem. Trata-se, no geral, das pessoas que não leram, de facto, livros fundamentais, que nunca mergulharam no legado greco-latino e nem sequer no legado bíblico e para as quais a leitura não é ocupação que passe, por norma, dos jornais, e tal como a cultura pessoal, ao invés de ser um persistente processo de questionamento e aperfeiçoamento interior, se limita às inanidades da tagarelice de salão em que tudo se equivale e se vota a um desprezo cínico pelo que se não alcança.» (in Jornal de Letras, 15 a 28 de Dezembro de 2010). | Eu penso que já não é assim felizmente. Daí que os alunos de ciências continuem a ter disciplinas da área das humanidades ao longo do seu percurso académico. Já o mesmo não se verifica com os alunos das Humanidades, mas isso… é porque nós (os cientistas) somos especiais e dominamos todas as áreas do saber ( J “tava” a brincar). |
3. Qual a sua sugestão para que estas áreas sejam vistas de formas menos distintas? | |
É uma questão cultural, na minha opinião. É necessário que, desde cedo, os educadores transmitam a ideia de que não há clareza de espírito e de ideias, não há riqueza vocabular, não há criatividade, não há argumentação pertinente e eficaz, não há exposição coerente, ordenada e apelativa, se não houver mentes abertas, curiosas e atentas em relação a todas as áreas do saber. Distorcendo uma afirmação do professor universitário e engenheiro Eugénio Lisboa, diria que manusear Arquimedes, Pitágoras ou Euclides não é mais “chic” do que saber Ésquilo, Sófocles ou Virgílio! Um cientista é aquele que imagina, que cria, que experimenta, que faz descobertas, tornando-se, por isso, um artista! Um cientista brilha como uma estrela quando demonstra com nitidez, clareza e luminosidade os seus saberes, a sua imaginação criadora, a sua visão do Homem e do mundo: «[…] o teatro grego - a tragédia grega – é um exemplo espantoso de arte, em que há finalidades que se confundem com as da ciência na tentativa de compreender o espírito humano.» (António Damásio, in Ler, Novembro de 2010) | Hajam mais trabalhos interdisciplinares, mostrando-se assim o quanto podem estar próximas essas duas áreas, e o quanto dependem no fundo uma da outra, ou pelo menos se complementam. |
4. Caberá aos professores a responsabilidade de guiar os alunos para que estes se interessem por diferentes matérias, relacionando-os ao invés de separá-las? | |
É óbvio! Assim como os cientistas e os seus textos entram nas salas de aula de Português, o mesmo acontecendo com as diferentes formas de arte e a filosofia, porque não “invadir” os laboratórios das áreas científicas com poesia, por exemplo? Usufruamos, então, de algumas estrofes de um dos nossos “cientistas-escritores”, António Gedeão: «Não há, não, / duas folhas iguais em toda a criação. / Ou nervura a menos, ou célula a mais, / não há, de certeza, duas folhas iguais. / Limbo todas têm, /que é próprio das folhas; pecíolo algumas; bainha nem todas. / Umas são fendidas, / crenadas, lobadas, / inteiras, partidas, / singelas, dobradas. / […] / »; «Encontrei uma preta / que estava a chorar, / pedi-lhe uma lágrima / para a analisar. / Recolhi a lágrima / com todo o cuidado / num tubo de ensaio / bem esterilizado. / Olhei-a de um lado, / do outro e de frente: / tinha um ar de gota / muito transparente. / […] /»; «[…] / Mas o meu coração é como o dos compêndios. / Tem duas válvulas (a tricúspida e a mitral) / e os seus compartimentos (duas aurículas e dois ventrículos). / O sangue ao circular contrai-os e distende-os / segundo a obrigação das leis dos movimentos. / […] / Então, meninos! / Vamos à lição! / Em quantas partes de divide o coração?» «A língua portuguesa é a mais esplendorosa, perdurável e irradiante criação de Portugal.» Vítor Manuel de Aguiar e Silva | Sim. Cabe aos professores fazerem isso, mas não só, porque os professores têm que seguir um programa que lhes é imposto e que muitas vezes não contempla estas problemáticas o que é pena. |
Palestra com o Dr. Francisco Moita Flores
Em breve...
Mini Realidade #9
E com esta última Mini Realidade nos despedimos dos Mini Mitos/Realidades! Esperamos que, tal como nós, tenham gostado e aprendido com esta parte do nosso trabalho!
Porque seria necessária uma hora para que um objecto se afundasse no local mais profundo dos oceanos?
quinta-feira, 5 de maio de 2011
Mini Realidade #8
Quando nascemos, possuímos 300 ossos. No entanto, ao crescermos, este número desce para 206. Tal deve-se ao facto, não só de existirem fusões das epífises ósseas, locais onde ocorre o crescimento dos ossos mais compridos, como também quando se dá a junção de vários ossos para formar um único, como o nosso crânio, ou mesmo a bacia.
segunda-feira, 2 de maio de 2011
Mini Mito #14
MITO: Leite morno, à noite, ajuda a dormir.
Este mito tem provocado algumas controvérsias. Segundo o cardiologista Heno Ferreira Lopes, não existem provas que o leite morno efectivamente tenha esse efeito.
Assim, pode-se verificar que o triptofano, por si só, não tem efeitos especiais e, segundo um estudo do centro de pesquisa American Board of Sleep Medicine, nos EUA, o aminoácido apenas actuaria apenas na primeira fase do sono, aquela em que se começa a ficar mais sonolento.
Fonte: Revista «Super Interessante/Brasil» Edição de Junho de 2010.
quinta-feira, 28 de abril de 2011
Mini Realidade #7
Ora, a espuma é essencial para manter o gás. Esta protege a bebida de entrar em contacto com o oxigénio atmosférico, o que a faria amargar. Porém, não é só por isto que se deve beber cerveja com espuma. Esta componente actua, também, como isolante térmico, ajudando a preservar a temperatura da bebida por mais tempo.
segunda-feira, 4 de abril de 2011
Mini Realidade #6
O espirro pode atingir velocidades superiores a 150 km/hora?
Ora, um espirro, por ser um mecanismo de defesa do organismo que permite eliminar bactérias, vírus entre outras substâncias que ameacem as nossas vias respiratórias, constitui um factor positivo no corpo de cada ser.
Como tal, possuir velocidades que podem chegar a atingir os 200 km/hora, faz com que os organismos possuam menos risco de contrair doenças e permaneçam saudáveis durante mais tempo.
quinta-feira, 31 de março de 2011
Mini Realidade #5
Será que as girafas não dormem mais do que 2 horas por dia?
Pensava-se que as girafas adultas não dormiam de todo, mas um estudo em 1956 mostrou que esta afirmação não correspondia à realidade. Na verdade, as girafas dormem entre 20 minutos e 2 horas diárias, em períodos regulares (2,5-6 minutos), descansando a cabeça nos seus membros traseiros ou no chão, segurando o pescoço sempre com uma postura arqueada.
quinta-feira, 24 de março de 2011
Dias das Ciências Experimentais - 11 de Março
No 2º dia, 6ª feira, realizámos, durante a tarde, uma exposição na Sala dos Alunos, com diversas actividades experimentais, simples e divertidas.
Observação de fungos do queijo – Chèvre e Gorgonzola – e dos que cresceram numa laranja. |
Cromatografia de pigmentos fotossintéticos de diversas plantas encontradas no pátio da escola. Verde-escuro – Clorofila a Verde-claro – Clorofila b Laranja – Carotenos Amarelo - Xantofilas Cada um destes pigmentos tem a função de absorver determinada radiação em função do seu comprimento de onda, de modo a que a fotossíntese seja possível. |
Química
Leite, Corante e Detergente líquido - Experimentem... |
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| Ovo + Vinagre = Ovo sem casca! |
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| Lâmpada de Lava caseira! |
Mitos das Ciências
Coca-Cola e Mentos uma mistura explosiva! Aqui fica o Mito correspondente a esta actividade: http://mitosdasciencias.blogspot.com/2011/01/mini-mito-9.html |
Para mais informações consultem o nosso site!
Esperamos que todos os que tenham visitado as nossas actividades se tenham divertido... Aprendendo!
segunda-feira, 21 de março de 2011
Dias das Ciências Experimentais - 10 de Março
1. Aula ao 7ºB – deste modo mostrámos aos mais novos da nossa escola o que a ciência tem para oferecer;
2. Chaves dicotómicas – na biblioteca ensinámos a identificar diversos seres vivos;
3. Exposição na Sala dos Alunos – assim tivemos a oportunidade de divulgar o nosso trabalho a um público mais amplo.
Aula ao 7ºB
No inicio do preenchido dia que foi 5ªfeira começamos por preparar a sala 87 para receber os dois turnos de alunos do 7ºB e partir para uma manhã de explicações e Ciência!
Estação 1 – Extracção de ADN
Aqui, extraímos ADN de epitélios bocais, para isso:
3. Num tubo de ensaio, juntou-se, em partes iguais, essa solução e álcool.
E assim foi possível extrair o ADN que se assemelhava a uma nuvem na parte superior do tubo de ensaio.
1. Esmagou-se um kiwi, sal e detergente líquido num almofariz;
2. Filtrou-se e, num tubo de ensaio juntou-se, em partes iguais, essa solução e álcool.
Assim, observou-se a “nuvem” de ADN.
Explicámos aos nossos alunos que o ADN – ácido desoxirribonucleico – é uma biomolécula responsável por todas as características do ser vivo. É comum a todos os seres vivos (ADN ou RNA) porém não existem dois indivíduos com o material genético idêntico, à excepção dos gémeos verdadeiros (homozigóticos). O nosso público mostrou-se interessado e participativo apesar de pouco à vontade no início.
Estação 2 – Lava e Maizena
Experimentámos também misturar água e maizena podendo, assim, debater acerca da viscosidade dessa solução dependendo da pressão que lhe era aplicada. Ora, quanto maior a pressão aplicada maior era a resistência oferecida porém, se diminuíssemos a pressão aplicada pelo objecto, facilmente conseguiríamos afundá-lo.
Estação 3 – Microscopicamente falando
Observaram-se também fungos (bolores) de uma laranja e de queijo - Chèvre e Gorgonzola – através da lupa binocular. A digestão destes seres vivos é extra corporal ou seja, os fungos expelem as enzimas digestivas para o alimento, a digestão ocorre então no exterior e os nutrientes são depois absorvidos.
Vulcão
Esta reacção, perigosa e com um odor desagradável, obrigou a que os alunos se encontrassem a uma distância de segurança da mesma porém, permitiu-nos explicar que o vulcão explosivo, representado através desta reacção, se forma por, mais usualmente, limites convergentes e que os produtos da sua erupção são, para além da lava, cinza e piroclastos.
Chaves Dicotómicas
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